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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Conhecendo a Caatinga


Globo Repórter nos Céus da imensidão da Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro

Minerais - Petróleo

De onde vem para onde vai? O Petróleo



História dos combustíveis fósseis - dublado





O Caos - O Mundo Sem Petróleo

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

11 de Sembro - Dia do Cerrado

 

O Bioma

Ocupando pouco mais de 2 milhões de km2, o Cerrado é a segunda maior formação vegetal da América do Sul, perdendo em tamanho apenas para a floresta Amazônica. Sua área corresponde a um quarto do território brasileiro.  

A maioria da sua vegetação abrange dez estados e o Distrito Federal, mas parcelas são encontradas nos estados de Roraima, Amapá, Amazonas e Pará, além da Bolívia e do Paraguai.
Mapa do Cerrado brasileiro. / ©: WWF-Brasil
© WWF-Brasil

QUER SABER MAIS SOBRE O CERRADO?

 / ©: WWF-Brasil

GOOGLE EARTH

Você pode visualizar o domínio biogeográfico Cerrado no Google Earth.Clique aqui para baixar o arquivo .KML.

Ciclos climáticos

O clima típico do Cerrado é definido como Tropical Sazonal. Ou seja, ao longo do ano são registradas duas estações bem distintas: a seca vai de maio a setembro; enquanto o período de chuvas se estende de outubro a abril.

Berço das águas

Sua característica vegetação esparsa com árvores baixas, retorcidas e de casca grossa plantou no imaginário nacional a falsa idéia de formação monótona e de pouco valor. Pelo contrário, o Cerrado é fonte de culturas e paisagens de surpreendente exotismo e rara beleza com alto potencial turístico e econômico. O bioma é palco de uma profusão de campos naturais, savanas, veredas e florestas pontuadas por rios, córregos e cachoeiras.

Graças a sua geografia de planaltos na porção central no Brasil marcada por uma vegetação de raízes profundas, o Cerrado é uma das mais importantes fontes de água para o país. Da região depende a recarga dos aqüíferos Bambuí, Urucuia e Guarani, e seis das oito maiores bacias hidrográficas nacionais – Amazônica, do Tocantins, do Atlântico Norte/Nordeste, do São Francisco, do Atlântico Leste e do Paraná/Paraguai.

A conservação do Cerrado na parte alta da Bacia do rio Paraguai está intimamente ligada à perpetuação dos ciclos de cheias e vazantes que mantêm a vida e atividades econômicas no Pantanal, maior planície alagável do planeta.

No setor de geração de energia, sete em cada dez litros das águas que passam pelas turbinas da usina de Tucuruí (PA) vêm do Cerrado, bem como metade da água que alimenta Itaipu (PR). No caso da hidrelétrica de Sobradinho (BA), o montante é de quase 100%. De forma geral, nove em cada dez brasileiros consomem eletricidade produzida com águas do bioma.

No Cerrado há mais de 6,7 mil pivôs centrais para irrigação de culturas, com área variando de 20 a 150 hectares. A maioria está concentrada em Cristalina (GO), Paracatu (MG) e Luiz Eduardo Magalhães (BA).

Saiba mais sobre os ecossistemas, as espécies e a cobertura vegetal do Cerrado.
Cachoeira no Poço Azul - DF / ©: WWF-Brasil/Aldem Bourscheit
© WWF-Brasil/Aldem Bourscheit

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Hidrosfera - Vamos refletir!

A História da Água Engarrafada - A grande mentira da Indústria

Ouro Azul - As Guerras Mundiais pela Água, 2008




Água Virtual e o Ciclo da Água


Palavra cantada Gotinha em gotinha



Carta de 2070

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O que é ciclo das rochas?

É o conjunto de fenômenos naturais que leva um tipo de rocha a se transformar em outro. Tudo começa aqui mesmo, na superfície da Terra, com a erosão provocada por intempéries como a chuva e o vento. No fim desse processo, formam-se as rochas sedimentares, que se transformam em metamórficas nas profundezas da crosta terrestre. As metamórficas, por sua vez, acabam virando magma, que, em algum momento, se solidifica e vira rocha ígnea, dando início ao ciclo novamente. Tudo isso leva milhões de anos para ocorrer, num processo contínuo e infinito, em que nada se perde e tudo se transforma. Veja no infográfico quais são os principais fatores que atuam nas transformações.
Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/ciclo-rochas-629644.shtml

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A História do Planeta Terra

  Há duas principais teorias para explicar a formação do planeta Terra. A conhecida discordância entre a teoria criacionista e a evolutiva ainda rende discussão em todo mundo. A primeira, a criacionista, crê que um ser superior, Deus, fez todo o planeta, assim como as plantas, os corpos celestes e  Ele é aquele que criou a origem da vida. Assim, a Terra, segundo o criacionismo, teria entre 6 a 10 mil anos, tendo sido criado num período de 6 dias, segundo livro de Gênesis, no capítulo 1 da Bíblia. Quanto às formações biológicas da Terra, acredita-se que tenha sido causada pelo dilúvio ocorrido nela, o qual teria destruído tudo, menos Noé, sua família e os animais que estavam dentro da arca.

    A outra versão para a formação da Terra parte de uma possível explosão, muito potente, há 13 bilhões de anos, apelidada de Big Bang. Essa explosão teria dado origem à matéria de todo o universo. A Terra teria sido formada a, aproximadamente, 4,6 bilhões de anos, resultante de uma poeira e gás espaciais que sobraram da formação do Sol. Tendo seu início em estado de fusão, o tempo, e outros fatores, fizeram com que uma parte ficasse seca, separando essa porção da água. Essa porção seca da terra estava agrupada numa espécie de supercontinente, que mais tarde foi chamado de “Rodínia”. Depois, com separações e reagrupamentos de terra, foram formados outros “supercontinentes” chamados de Panótia e depois a Pangeia.

    A partir da solidificação da Terra em torno da águas e da formação dos “supercontinentes”, foram divididas eram para organizar os períodos de grandes mudanças na terra. São as chamadas Eras Geológicas, divididas em era Arqueozoica, Proterozoica, Paleozoica, Mesozoica, Cenozoica.

    A primeira, Era Arqueozoica, ocorreu a formação da crosta terrestre, dos escudos cristalinos e de rochas magmáticas. Teve início, provavelmente, há 4 bilhões de anos atrás.

    A Era Proterozoica foi o período em que primeiro se teve evidências de oxigênio na atmosfera. Além disso, fósseis com organismos unicelulares são datados dessa época. Muitos vulcões estiveram ativos nesse período. Isso fez com que o magma existente no interior da Terra fosse para o exterior e causasse a formação de muitos metais como, por exemplo, o manganês. Teve início por volta de 2,5 bilhões de anos e terminou há 550 milhões de anos.

    Era Paleozoica, que durou entre 542 e 251 milhões de anos atrás, foi a era em que houve os dois extremos do desenvolvimento da vida no planeta: em seu início houve a chamada explosão Cambriana, que foi o crescimento e a diversificação de várias espécies de animais. Já no final houve uma severa extinção da vida animal, sendo a causa dessa extinção ainda desconhecidas. Assim como os animais, a plantas também tiveram um grande desenvolvimento nesse período. Espécies como o tubarão e a aranha surgiram nessa época.

    Já a Era Mesozoica, que ocorreu há 500 mil anos, foi a época do surgimento dos dinossauros ( no período jurássico dessa fase) e também  divisão da Pangeia em dois continentes: a Laurásia e a Gondwana. Outros pequenos animais e também mamíferos nasceram nessa época, assim como árvores mais altas. Porém, na mesma Era Mesozoica, os dinossauros, que tinham domínio da Terra, foram extintos por uma causa ainda desconhecida. Entre as teorias mais aceitas está a de que a colisão de um cometa com a Terra tenha sido a causadora desse evento. Com isso os mamíferos “herdaram” as condições de dominantes da terra.

    Por fim, a  Era Cenozoica teve início há cerca de 65,5 milhões e dura até hoje. É um período marcado pelas mudanças na crosta terrestre, dando origem, inclusive, a  cadeias de montanhas, como a Cordilheira dos Andes. Também houve a formação dos continentes como estão hoje, as divisões de oceanos e o nascimento da espécie humana. Também outros mamíferos e primatas tiveram início na Era Cenozoica.

Fonte:http://planeta-terra.info/mos/view/Hist%C3%B3ria_do_Planeta_Terra/
Fonte da Imagem: http://www.mindtweaks.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/image6.png

Vamos conhecer um pouco mais sobre cada teoria (criacionista, pois 90% dos alunos são cristãos e evolucionalista, pois estamos dentro de um ambiente acadêmico e devemos buscar resposta cientificas para os problemas da origem do universo), lembrando que nesse bimestre daremos ênfase a teoria da evolução geológica do planeta terra. Se você quiser saber mais sobre outras teorias sobre a origem do planeta terra (lembre-se que cada povo, etnia, religião tem uma explicação diferente para esse questionamento) visite a pagina http://taduvidando.blogspot.com.br/2013/04/outras-teorias-da-criacao.html .
Para saber mais sobre a evolução geológica viste: http://evolucao_geologica.no.comunidades.net/index.php

Teoria Criacionista - Origem da Terra

Teoria Evolucionista - Origem da Terra



Para Refletir:
A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega.
Albert Einstein
O mais importante de tudo é nunca deixar de se perguntar. A curiosidade tem sua própria razão de existir..
Albert Einstein

O que é clima?

O clima é o conjunto das características de temperatura, umidade, ventos e chuvas em uma determinada região ao longo do ano. Ele é sempre constante e caracteriza as diferentes regiões da Terra. Geralmente, o clima é confundido com o “tempo”. A diferença é que o tempo é a condição da atmosfera em dado momento (“ontem estava nublado”, ou “hoje está quente”), já o clima não, ele é definido pelas características climáticas, ou atmosféricas, de uma região em um período de tempo maior.
O clima, por isso, é bem mais fácil de se prever do que o tempo, visto que este último sofre forte influência das massas de ar, bem mais instáveis que as condições que originam o clima.
A inclinação do eixo de rotação da Terra e sua forma determinam um padrão de incidência de raios solares desigual sobre a superfície do planeta. É esta característica que determina o que chamamos de “padrão climático mundial”.
Já o clima de cada região específica do planeta sofre a influência de outros fatores que podem inclusive anular o padrão climático daquela região:
- latitude, devido ao formato da terra e à inclinação de seu eixo, a incidência de raios solares é maior na região do Equador durante todo o ano, o que aumenta a temperatura nessa região;
- altitude, quanto mais alto o local menor a temperatura, isso ocorre porque o ar é rarefeito e o calor se dissipa mais rápido;
- outro motivo é que a superfície irradia calor para a atmosfera e quanto mais alto, menos intensa será essa irradiação;
- massas de ar, as massas de ar carregam as características da região onde se formaram podendo ser tropicais (que podem ser secas se formadas no interior de continentes, ou úmidas, se formadas sobre os oceanos), equatoriais (quentes) ou polares (frias);
- continentalidade, é a influência da maior ou menor proximidade de grandes quantidades de água (como oceanos), isso porque o continente tende a se aquecer e resfriar mais rápido que os oceanos ocasionando grandes amplitudes térmicas nas regiões continentais;
- as correntes marítimas, responsáveis por transportar umidade; relevo, ele pode facilitar ou dificultar a circulação das massas de ar e ventos; vegetação, em locais onde a vegetação é mais densa a umidade também é maior.
Quanto à classificação dos tipos de clima, existem algumas variações. Vejamos duas:
- Classificação Climática de Köpen:
nesta classificação são adotadas duas ou três letras para classificar o clima. Ela é mais usada para estudos climáticos mais amplos que englobam grandes regiões.

Clima do Brasil
A 1ª maiúscula representa a característica geral do clima da região, a 2ª minúscula representa as particularidades relacionadas à taxa de precipitação, a 2ª letra maiúscula é usada para classificar características específicas de climas secos ou climas polares, e a 3º letra minúscula é usada para descrever as características de climas micro ou mesotérmicos.

Veja:
1ª letra
- A: clima megatérmico (temperaturas médias superiores a 18ºC);
- B: clima seco (precipitação anual menor que 500mm);
- C: clima mesotérmico (-3º C > temperatura média < 18ºC);
- D: clima microtérmico (temperatura < -3ºC)
- E: climas polares
2º letra (junto com A, C, D)
- f: sempre úmido (mês mais seco com precipitação superior a 60mm)
- m: monçônico, predominantemente úmido
- s:chuvas de inverno (mês mais seco com precipitação inferior a 60mm)
- w: chuvas de verão (mês mais seco com precipitação inferior a 60mm)
2ª letra (junto com B)
- S: clima semi-árido (chuvas anuais entre 250 e 500mm)
- W: clima árido ou desértico (chuvas anuais menores que 250mm)
2ª letra (junto com E):
- T: clima de tundra (temperatura média entre 0ºC e 10ºC)
- F: clima de calota de gelo (temperatura inferior a 0ºC)
3ª letra (junto com C e D):
- a: verões quentes (média igual ou superior a 22ºC)
- b: verões brandos (média inferior a 22ºC)
- c: frio o ano todo (média abaixo de 10ºC)
3ª letra (junto com B):
- h: deserto ou semi-deserto quente (média anual igual ou superior a 18ºC)
- k: deserto ou semi-deserto frio (média anual inferior a 18ºC)
Outra classificação, mais comum, divide os climas da seguinte forma: clima temperado, clima polar, clima mediterrâneo, Clima tropical, Clima equatorial, clima subtropical, clima desértico, clima semi-árido.
O clima pode ainda ser classificado de acordo com a abrangência territorial em microclima, mesoclima e macroclima (em ordem crescente).
Fontes
http://www.fe.unicamp.br
http://www.juliobattisti.com.br

Fonte do Texto: http://www.infoescola.com/geografia/clima/